Tudo o que o aplicativo faz, na ordem em que você provavelmente vai encontrar. Nada aqui descreve um botão que ainda não existe.
Criar uma conta
A conta é criada no aplicativo 4 Envelopes. O navegador entra numa conta que já existe e não tem formulário de cadastro próprio: o teste começa no cadastro e a assinatura é comprada no aplicativo, então há um único lugar onde uma conta começa.
Um endereço de e-mail e uma senha de pelo menos seis caracteres — ou um botão: Google, ou Apple num iPhone.
Um e-mail de confirmação vem em seguida. Não é preciso esperar por ele: o aplicativo já funciona por inteiro e nada fica retido até você confirmar.
Entrando com Google ou Apple nenhum e-mail é enviado. O provedor confirmou o endereço antes de nós o vermos.
O teste dura 33 dias a partir da criação da conta. Nenhum cartão é pedido, e nada fica limitado nesse período.
Quando o teste acaba sem assinatura, a conta passa a somente leitura: todos os números continuam visíveis e só a entrada de novos para.
Entrar
A mesma conta entra pelo navegador e pelo aplicativo. Os dados ficam no servidor, então os dois olham sempre para os mesmos números, e não para duas cópias deles.
E-mail e senha, ou o mesmo botão de provedor com que a conta foi criada.
Esqueceu a senha: peça um link na tela de entrada. Ele vale uma hora.
Abrir esse link define a senha nova, confirma o endereço de passagem e encerra todas as outras sessões — redefinir é o que se faz quando se desconfia que há mais alguém dentro.
A resposta a esse pedido é a mesma, escreva o que escrever: essa tela não diz a ninguém se há uma conta por trás de um endereço.
Uma conta criada com Google ou Apple não tem senha para redefinir. Quem pedir uma recebe uma mensagem nomeando o botão a apertar.
Moedas
Uma moeda base, em que todos os totais, envelopes e relatórios são expressos, e trinta e quatro moedas para denominar contas e pagamentos. As duas coisas ficam nos Ajustes.
As cotações se baixam sozinhas. RUB, KZT, GEL e AED não são cotadas pela fonte e vêm de uma tabela guardada — são marcadas, para que se veja que tipo de número você está lendo.
Qualquer cotação pode ser posta à mão. Uma cotação manual sobrevive a uma atualização e fica até você apagá-la.
Uma moeda que você não usa pode ser desligada. Isso só encurta as listas: saldos, histórico, envelopes e relatórios ficam intactos, e uma conta já denominada nela continua funcionando.
A moeda base não pode ser desligada — tudo é expresso nela. Trocá-la reexpressa todas as cotações em vez de jogar fora as que você pôs à mão.
A ordem da lista é sua: arraste uma linha no navegador, ou use as setas no aplicativo.
Contas
Uma conta é um nome, uma moeda e um saldo inicial. Seu saldo é esse número inicial mais tudo o que foi lançado nela desde então.
Um pagamento, um recebimento ou uma transferência movem a conta sempre na moeda da própria conta, seja qual for a moeda em que o valor foi digitado.
Uma transferência entre contas de moedas diferentes pede o valor realmente creditado em vez de uma cotação — o número que o extrato dá. A cotação sai dos dois valores, então não há discussão sobre para que lado ela aponta.
Uma conta pode ser desligada. Ela sai das listas e fica em todos os totais: o saldo continua contando, o histórico fica, e uma regra apontando para ela ainda se confirma.
A ordem também é sua aqui, e o formulário de pagamento abre na conta de onde você pagou da última vez.
Apagar pergunta antes e diz o que vai embora.
Pagamentos e recebimentos recorrentes
Uma regra é um plano, não um lançamento. Ela diz o que se espera, com que frequência e de qual conta; nada chega ao registro enquanto uma ocorrência não for confirmada.
Semanal, mensal ou anual, com o dia dito explicitamente: um dia da semana, um dia do mês, ou um dia e um mês.
"O dia 31" funciona em fevereiro também — ele encosta no último dia de um mês curto.
Uma data de início a limita, para que uma regra não apareça no calendário antes de começar.
Uma regra pode estar em qualquer moeda admitida, seja qual for a da sua conta. Nada é convertido enquanto uma ocorrência não for confirmada, e então pela cotação vigente naquele momento.
Uma regra pode ser desligada sem ser apagada: ela para de produzir ocorrências e guarda tudo o que já produziu.
Metas
Uma meta é um nome, um valor, uma moeda e uma data para tê-lo. Disso sai quanto separar por mês daqui até lá.
O progresso é o que foi levado à meta, medido contra o valor dela.
Contribui-se a partir de uma conta, e essa contribuição é uma linha de registro comum, visível na tela de operações.
Os envelopes retêm o que cada meta inacabada ainda precisa neste mês — a sugestão mensal menos o que já entrou, para que uma meta que você já alimentou neste mês não seja cobrada duas vezes.
A tela dos envelopes lembra as metas em que nada foi separado desde o dia 1º. Uma contribuição datada de um mês passado não a cala.
Uma meta pode ser desligada, e uma concluída deixa de ser contada.
Os quatro envelopes
A primeira tela, e aquela que dá nome ao aplicativo. O mês do calendário é dividido em quatro, e cada envelope diz o que resta gastar na parte dele.
Um envelope é: os compromissos fixos do mês divididos por quatro, mais o que você mesmo lançou naquela semana.
Compromissos fixos são as receitas previstas do mês menos as despesas previstas menos o que as metas ainda precisam neste mês. Essa metade é de propósito o mesmo número nos quatro envelopes: um valor repartido em quatro.
As semanas são quartos do mês do calendário, não blocos de sete dias. A primeira começa no dia 1º, a última termina no último dia, e cada data do mês cai em exatamente uma delas.
Semanas já vividas não são mostradas — um envelope é o que resta gastar. Ao passar para outro mês aparecem os quatro, porque "já passada" não quer dizer nada num mês que você só está olhando.
Uma semana gasta no vermelho é mostrada vazia e o que faltou é empurrado para as semanas seguintes, nunca para as anteriores, cujo dinheiro já está sendo gasto. O cartão diz quando isso aconteceu.
Cada cartão faz a própria conta: sua parte do mês, as receitas e despesas daquela semana, e o que foi transportado entre semanas.
Os compromissos fixos do mês são listados uma vez só, ao lado do número que produzem, e não dentro de um cartão — o dinheiro deles se reparte pelos quatro.
Confirmar um pagamento previsto
Uma regra produz ocorrências; confirmar uma é o que a transforma em dinheiro que de fato se moveu. A lista fica na tela dos envelopes.
Ela vai do dia 1º do mês ao fim da semana em que você está. O que vence daqui a três semanas não é coisa de confirmar hoje; o que está atrasado desde o dia 1º ainda é, e não há outro lugar para lançá-lo.
O valor é editável e vem preenchido com o da regra. Uma conta a pagar raramente bate com o plano ao centavo — a linha do registro carrega o que foi realmente pago e a regra mantém o número dela para os meses seguintes.
A data também é editável, preenchida com o dia do vencimento, e tem de ficar dentro do mês daquela ocorrência. Lançar o aluguel de agosto em setembro falsearia os dois meses, então isso é recusado com um motivo em vez de aceito em silêncio.
Uma ocorrência pode ser pulada em vez de confirmada — o mês a que ela pertence simplesmente não tem nenhuma.
Confirmar a mesma ocorrência duas vezes não é possível. A segunda tentativa é recusada em vez de lançada, para que um toque duplo não vire um pagamento duplo.
Uma ocorrência confirmada continua sendo um item previsto. Ela não salta do número mensal comum para a única semana em que está datada.
Pagamentos e recebimentos
Três botões no alto da primeira tela — pagamento, recebimento, transferência. Cada um abre uma janela sobre a página: valor, conta, nota e data, e uma moeda se não for a da conta.
A janela fecha quando o lançamento é feito e fica aberta quando é recusado, com o que você digitou ainda dentro — uma que fechasse na recusa jogaria fora a entrada e deixaria a mensagem explicando um formulário que ninguém mais vê.
Pagar em outra moeda: digite o número da conta a pagar e, ao lado, o que foi realmente debitado da conta. Os dois ficam guardados — o registro mostra os 9 000 THB e os 250 $ que custaram.
Transferências movem dinheiro entre as suas próprias contas, então ficam fora dos totais de receitas e despesas; contá-las contaria duas vezes cada movimento interno.
A tela de operações lista tudo e pode ser estreitada a uma conta. Uma transferência aparece ali do ponto de vista dessa conta, para que o dinheiro que chega se leia como chegada e não como saída da outra.
Apagar pergunta antes e nomeia a linha.
No aplicativo o formulário também pode ser preenchido fotografando um comprovante ou colando a mensagem do banco. Nada é lançado automaticamente: o formulário abre preenchido, e você aperta o botão.
Calendário
Cada dia do mês com o que cai nele e o saldo depois dele.
Atrás de hoje os números são reconstruídos do que foi realmente lançado; à frente, os itens previstos são projetados.
Uma ocorrência não confirmada de um dia passado não é desenhada aqui de propósito — o saldo ao lado estaria a desmentindo. Ela continua esperando na tela dos envelopes.
Sobre todas as contas o saldo é convertido para a moeda base, porque um número único tem de estar em um só dinheiro.
Estreitado a uma conta, ele está na moeda dessa conta e bate exatamente com o número da tela de contas.
Transferências se anulam sobre todas as contas e ficam fora do saldo corrente. Dentro de uma conta elas são o saldo se movendo, e ali contam.
Relatórios
Dois gráficos, um ano para trás e um ano para a frente: dinheiro por mês, e o saldo.
São dois quadros sobre uma linha do tempo comum, e não um gráfico com duas escalas. Dinheiro por mês é um fluxo e saldo é um estoque; pô-los no mesmo par de eixos deixaria a quem desenha a decisão de qual linha parece mais alta.
Atrás de hoje as séries são feitas só de linhas lançadas. À frente, de planos: ocorrências não confirmadas, linhas pontuais já datadas adiante, e o que cada meta ainda precisa.
Meses previstos são desenhados nas mesmas cores, hachurados, para que a costura entre os dois se veja.
Transferências ficam de fora dos dois lados, pela mesma razão por que faltam nos totais.